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| (Foto: G1) |
A irmandade islâmica já soltou nota oficial criticando a derrubada. Dizendo que o ocorrido é fruto de uma conspiração e que o Egito está regredindo, voltando a ser uma tirania. Há conflitos entre a população, pois existe parcela da população que está também nas ruas apoiando Morsi, contra o golpe ocorrido. Conflitos que geraram agressões e espancamentos. Mas a verdade é que Morsi nunca teve apoio forte em seu governo; nas eleições que o elegeram, 48% não votou a favor de Mohamed. As principais críticas vinham da população secular que era contra as medidas islâmicas do presidente egípcio.
Além das críticas religiosas a respeito do Presidente muçulmano Mohamed Morsi, o Egito vive período econômico terrível. Durante todo o seu governo, a economia egípcia se encontrou estagnada, o que impulsionou o pedido de impeachment da população.
A presidência temporária fica em mãos do presidente da Corte Constitucional, Adli Mansour. O exército garante que a transição prevê novas eleições parlamentares e presidenciais. "O povo e o Exército estão do mesmo lado", gritaram os manifestantes na praça.
A democracia egípcia ainda é muito frágil. Mohamed Morsi foi o primeiro eleito democraticamente após a ditadura de Hosni Mubarak que durou 20 anos.A situação atual agora é complicada. Pois o país pode não só ficar vulnerável ao terrorismo e radicalismo islâmico como pode sofrer um golpe militar, perpetuando os militares no poder. Lembra-se da nossa ditadura no Brasil, quando em 1964 os militares assumiram o poder com um governo provisório que deveria durar 2 semanas, mas que acabou ficando 20 anos no comando do país. Espera-se agora que as forças armadas cumpram o prometido para que o Egito volte à democracia.
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| Povo comemora queda de Morsi. (G1) |
Leonardo Teixeira - 03/07/2013

quarta-feira, julho 03, 2013
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