Afinal, como anda nossa economia no
último semestre? Nenhuma meta atingida com exito como prometido. Ou
deve-se dizer, dito, ou planejado... tais palavras não combinam no
campo, hesito em dizer, incompetente, da política nacional. De
repente, as palavras que nos reconfortavam com relação ao PIB e ao
aumento salarial (que só ocorreu no setor secundário estatal),
fruto das massivas propagandas em triunfo do futuro brasileiro,
terminaram como apenas palavras, mentiras da mentirosa mensagem de
tranquilidade do país.
O otimismo relacionado às estimativas do crescimento econômico enfraqueceu mais ainda um mercado que nunca fora tao forte, para início de conversa. Qualquer país apóia o produto que mais seja exportado de seu território, dado que esse possa até se tornar uma propaganda internacional para a nação, tendo a Rússia o apoio no petróleo, assim como a Arábia Saudita, os escandinavos, sua indústria eletrônica, e os Estado Unidos a América Para os Americanos (ou seria aos estadounidenses).
A soja, tao peculiar em si, é o
produto espelhando o retrato do Brasil, curral alimentício do mundo.
É, também, o único ao qual o país pode realmente confiar no
momento, apoiar-se, visto que o nosso petróleo bruto, mais exportado
ainda do que o próprio grão, é transportado ao estrangeiro apenas
para sua transformaçao em combústivel, sendo importando de volta ao
país de origem logo após: uma grande perda de tempo e dinheiro
nacional em tal aventura, na carência de refinarias brasileiras.
A Noruega tem seu petróleo e, se
falhar, o setor de telecomunicaçoes, e como mais um artifício de
segurança, a sexta maior frota mercante mundial, ou seja, um tripé
econômico com grande participaçao do setor terciário. O Brasil, em
toda sua majestosidade espacial, vê um aumento salarial existente
somente no setor estatal com o fraco rumor de aumento do PIB anual em
3,5%, em uma economia emergente que se esforça em manter
concorrencia com os competidores Rússia, Índia e China, de
crescimento médio maior que 6% ao ano.
É de se admirar a falta de
planejamento secundário no caso de uma tragédia como a seca dos
campos de soja no sul nacional, que acarretou o atraso da safra no
primeiro trimestre de 2013. Serviu para piorar o crescimento, que foi
de 0,6% no primeiro semestre, e nada impressionante tanto em 2011
(2,7%) como em 2012 (0,9%)(tendo a Alemanha crescido 1,9% e, o Reino
Unido, perto de 3,0%).
Estava esperando que o aumento do valor
financeiro nacional fosse comparável e até um pouco maior do que de
tais países europeus, já estruturados e portanto não demandando
grande aumento do PIB, e já que por minha parte havia estudado uma
matéria anterior da Veja, sobre o sofrimento do crescimento
brasileiro em relação ao nosso custo de vida, que mencionava essas
semelhanças. A situação é pior do que se pensa, considerado o
ambiente europeu e o de nosso país. É difícil a falta de
alternativas em território tao vasto, e o poder nacional assim,
aparentemente, o quer.
Luiggi Ghetti - 30/05/2013
Luiggi Ghetti - 30/05/2013

quinta-feira, maio 30, 2013
Anita de Oliveira
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